sexta-feira, 8 de maio de 2015

NOVO, VELHO, NOVO , TUDO DE NOVO...

Hábitos modificam-se
costumes alteram-se.
O  novo não perdura
por muito tempo,
porque novo
é apenas um vocábulo.
O desejo de consumo
top de agora
será o restolho
caduco de amanhã.
Moderno é a palavra
inventada para vender
as invenções humanas,
porque a produção
não pode parar
visto que as leis
deste mundo
giram em torno
da ação e do movimento.




14 comentários:

  1. Amigo Dilmar, isso mesmo, até dá uma leve dorzinha na alma por isso, antigamente a gente cuidava tanto dos bens adquiridos com tanto sacrifício e cuidava, cuidava e cuidava, hoje não é mais assim, as pessoas anseiam por compras, mas são tão descartáveis que se não for bem rápido nem se usa o comprado,rsrs!
    Gostei de ler aqui, bem assim, já tive compulsão por compras, mas me curei, agora penso muito antes de sair comprando, não me apego a nada também, isso é, tirando a minha casa, nossa, como amo a minha casa!
    Abraços amigo, sempre com poemas/textos reflexivos e inteligentes!

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    1. Amiga Ivone, obrigado pela visita. Também da minha casa. Gosto de dizer que a casa da gente é o melhor lugar do mundo.
      Um abração Tenhas, sei que terás, uma linda semana.

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  2. Gostei do texto! Parabéns
    Beijinhos, bom fim de semana.

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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    1. Amiga Cidália, obrigado pela visita de além-mar. Um abraço daqui do sul do Brasil Tenhas uma linda semana.

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  3. Olá, Dilmar.
    As pessoas têm lacunas não preenchidas e tentam colmatar esses espaços vazios com a aquisição de algo material. E é um processo que nunca tem fim.

    abço amg

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    1. Amiga Carmem, obrigado pela visita de além-mar. Um abraço daqui do su ldo Brasil. Tenhas uma linda semana.

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  4. Acróstico

    O moto contínuo rítimo da vida dita
    Velho se torna novo e velho de vez
    E desejo de ter mais fica bem na fita
    Lógico! desejo ter mais que vocês!

    Há uma norma que nunca foi escrita
    Ordenando mais gasto e mais avidez
    Novo carro tenho, e vizinho me imita
    O consumismo, no caso, é estupidez.

    Visto que o movimento e ação estrita
    Obrigam gastos no fim de cada mês
    De maneira que o salário não permita
    Encaramos pois uma falta de liquidez.

    Novo fica velho, e você não acredita
    Ousa nova compra, ignorando lucidez
    Vê qualquer revés como uma desdita
    O que você comprou foi você que fez.

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    1. Perfeitíssimo, amigo Jair. Obrigado pela bela réplica acróstica. Um abraço. Tenhas uma ótima semana.

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  5. Oi, Dilmar!
    Preciosa reflexão! Não tenho compulsão por comprar, graças a Deus!
    É claro que as vezes precisamos "nos agradar", mas não é qualquer novidade que fazem meus olhos brilhar!
    Beijo carinhoso! Feliz fim de semana!

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    1. Isso ai amiga Jossara, não ter compulsão por compras é uma benção. Um abraço. Tenhas uma linda semana.

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  6. Boa tarde Dilmar
    É ciclo em constante mutação
    O novo hoje será velho amanhã
    Um mundo sem perpetuação dos valores e desejos. Uma reflexão belíssima
    Um abraço

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  7. Verdade Gilmar querido


    Passou-se um segundo e as coisas deixam de ser novas...


    Beijos
    Ani

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  8. E hoje, parece que as coisas são criadas para durarem o menos de tempo possível... é o que eu acho e observo. Bjus querido

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  9. Olá, amigo Dilmar, pois é, hoje as coisas não chegam a envelhecer; o que importa não é fazer mais o bom que dure, mas algo que traga um penduricalho para fazer jus à coisa nova. Alguns meses e novo lançamento. Felizmente aqui em casa não entramos nessa neura. Não somos nada consumistas.
    Assunto bom para falar...falar...
    Sempre temas em cima da pauta!
    Abraços, amigo!

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