terça-feira, 8 de dezembro de 2015

TEMPOS HODIERNOS

No meio tarde, de cheiro de éleo diesel,
da primeira segunda-feira de dezembro
um rapaz conduzia o filho no carrinho,
aos solavancos, pela calçada esquerda,
da  congestionada avenida Farrapos
sentido Humaitá →Centro Histórico.
Dir-se-ia que o homem carregava
no  veículo pontual  dos lactantes,
um saco de batatas ou quem sabe
algum item comprado na ferragem,
pois empurrava o dito protótipo,
distante, manipulando o celular...
concentrado na galáxia digital.

7 comentários:

  1. Nada existe que nos vete
    Seja nos verões, invernos
    Somos vítimas da internet
    Nesses tempos hodiernos.

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    1. Caro amigo poeta Jair, obrigado pela visita poética. Um abraço. Tenhas uma ótima tarde.

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  2. Mas que nunca passamos sem estas coisas modernas
    Deixamos de dar valor coisas passadas que são importantes.

    Beijinhos de boa noite

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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    1. Cara amiga Cidália, obrigado pela visita de além-mar. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa tarde.

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  3. O ser humano está assim agora,
    totalmente alienado, eu hem.
    Xero

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    1. Amiga Nádia, obrigado pela visita. Um abração. Tenhas uma boa tarde.

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  4. Cruzes! Onde fomos chegar, amigo Dilmar! O vício é triste...
    Deixei uma resposta pra você no seu ótimo comentário. Foi perfeito!
    Grande abraço!

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