quinta-feira, 25 de junho de 2015

ECONOMIA DA LÍNGUA

Outro dia um amigo meu me dizia
que o surgimento de novas palavras
não ocorre em face de algum modismo,
mas pela real necessidade de renovação
por que à medida que a carruagem anda
os vocábulos também envelhecem pelo uso,
então um menino que assistia ao monólogo
intrometeu-se à cena e sugeriu ao palestrante
que se falasse pouco e se escrevesse menos
para a conservação perene dos vernáculo...

5 comentários:

  1. Essa da economia da língua,
    penso que nunca tinha ouvido falar
    por causa de haver tanta mingua
    não dá mesmo para economizar.

    Seja lá como for,
    há quem a não poupar
    mais vale na mão uma flor
    do que dois pássaros a voar?

    Tenha uma boa noite amigo Dilmar, um abraço,
    Eduardo.

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  2. Sempre com textos engraçados, lool Gostei de ler

    beijinhos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  3. Ah, pois é amigo, hilário isso né?
    Imagine só, há palavras que caíram de moda, quando se diz, logo vem alguém e repreende dizendo que isso não se usa mais, ah, também têm os que dizem que sentem vergonha de falar corretamente a nossa língua, pois é, engolem os "ss" e muitas outras mais!Vá se entender?!
    Abraços apertados e bom fim de semana!

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  4. Acróstico

    E se de tudo fizéssemos economia
    Com nossos olhos pouco enxergar
    Ou calar durante maior parte do dia
    Não ouvir nem sequer por aí andar
    Onde der, ser acometido de apatia
    Mesmo não sair, escrever ou cantar
    Indiferentes ao entorno e até alegria
    Aqui seríamos nosso próprio avatar.

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  5. Dilmar, bom dia.
    Vi uma materia outro dia que
    falava sobre essa
    renovação da linguagem.
    Na verdade penso
    que vivemos um retrocesso
    na comunicação.
    É isso e lamento.
    Pois palavras não envelhecem ou
    saem de moda.
    Mas essa é soa minha
    opinião...
    e quem sou eu? não é mesmo.
    Bjins
    CatiahoAlc.

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