Já disseram:
o homem é bom,
nasce puro
mas o meio o corrompe.
O homem é mau
e está condenado
à danação eterna.
Achamos que o ser
nasce com tendências
positivas e negativas,
mas está no comando,
e será um homem
ou um repolho
disse um ateu.
Mas nós sabemos
que a nossa meta
é a santidade,
que será alcançada,
após muitas voltas
na roda de Samsara.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
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Olá, Dilmar.
ResponderEliminarA roda de Samsara lembra-me o fatalismo do destino anunciado por minha avó - doutorada nos conceitos da espiritualidade e vida sob os mais diversos ângulos que se completavam e, às vezes, debatiam-se numa eterna vontade de explicar tudo o que fosse comportamento da criatura.
Facto é, que em relação ao nascimento e à morte, na sua essência, nada se pode alterar: poderá ser adiado o seu momento, mas não evitado.
Em relação a muitas outras vivências, também não faço parte do grupo que defende que "o destino está em nossas mãos", porque dependem de muitos factores e não apenas da escolha do indivíduo.
Quanto a ser bom ou mau, a justificação da essência humana... dá tanto que pensar e analisar.
Por hoje, quero crer...
Mas entre o querer e o ter...
Santidade como meta - lindo.
Que se consiga o meio de acelerar as voltas da roda...
A humanidade tem pressa, meu amigo.
um abraço fraterno de Portugal
Bom dia
ResponderEliminarBelo poema, como nos habituou!
Beijo, bom sábado.
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/
Acróstico
ResponderEliminarSantidade que busca o vivente
Além, depois do horizonte está
Mas no decorrer, homem sente
Sobre o solo da Terra, mais há
Assim, na sua busca fremente
Recorre as mandingas e patuá
Atrás de um caminho diferente.