terça-feira, 29 de abril de 2014

LEMBRANÇAS POÉTICAS

Remexendo outro dia
no bau de recuerdos,
encontrei algumas cartas
dos meus dias juvenis.
Marcas de uma época
anterior à aldeia global,
quando o serviço do correio
e o telefone de disco
eram pontes entre as criaturas.
Reencontrei-me com alguns vocábulos
perdidos no esconderijo da memória
- gíria amiga dos anos sessenta -,
mas latentes na lembrança do poeta,
que me reconectaram ao túnel do tempo.

20 comentários:

  1. Bons tempos não Dilmar e eramos felizes...
    Um bj

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    1. Velhos e bons tempos, amiga Nádia. Um abraço. Tenhas uma boa noite.

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  2. Boa noite
    É sempre bom encontrar recordações, e recordar bons momentos..

    beijinho

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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    1. Amiga Cidália, pois um clichê da portuguesa diz que recordar é viver...
      Um abração daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa noite.

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  3. Futurologia

    As vezes, uma palavra, um artigo
    Reativam um recanto da memória
    E faz talvez renascer algo antigo
    Que conta outra parte da história.

    Alguma coisa McLuhan nos disse
    Sobre um veraz mundo conectado
    No qual toda comunicação fluísse
    De todos para todos em todo lado.

    Sabia McLuhan que aldeia global
    Aqui está, quando do futuro seria,
    E que a tal internet a tornou real?

    Pois se o futuro a deus pertencia
    Quando previsão era dom divinal
    Algum adivinho o que vemos via?

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  4. Meu amigo poeta Jair, obrigado pela bela réplica. Parabéns pelo soneto.
    Um abraço. Tenhas uma boa noite.

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  5. Bá, a gente era feliz e não sabia! Essa geração internáutica acredita que têm mil amigos. Nunca saberão o que é um brinquedo, uma carta, um carrinho, uma boneca ou um telefone de latinha – um em cada ponta!
    Nascem com um Tablet dependurado no berço com joguinhos pra nenê. Paro por aqui, assunto que dá pano pra manga... Ótimo.

    Abraços, Dilmar!

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  6. E como dá, amiga Tais. Obrigado pela visita. Um abração. Tenhas um ótimo dia.

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  7. OI DILMAR!
    E PORQUE NÃO DIVULGASTE AQUI ALGUNS DE TEUS TEXTOS DOS ANOS SESSENTA?
    SIM, ÉRAMOS FELIZES, AMIGOS, SE VIAM, CONVERSAVAM PESSOALMENTE E SE ENCONTRAVAM AOS FINAIS DE SEMANA.
    EMBORA TENHAMOS QUE NOS HABITUAR COM O MODERNISMO, NÃO PODEMOS DEIXAR DE LAMENTAR PELOS JOVENS DE HOJE QUE NUNCA SABERÃO O QUANTO FOI BOM O QUE VIVEMOS.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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  8. Amiga Zilani, obrigado pela visita. Pois é, aqueles anos foram maravilhosos!
    Um abração. Tenhas uma boa noite.

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  9. Olá, Dilmar.

    Nada como as recordações. São elas que nos embriagam a alma.
    Abraços.

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  10. Obrigado amigo José. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa noite.

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  11. Bom dia Dilmar.
    Nada melhor do que boas recordações.
    As vezes temos coisas guardadas para nunca cair no esquecimento.
    Assim como você fez;Abriu o baú do passado.
    Beijinhos.

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  12. Nelma, obrigado pela visita. Um abraço. Tenhas um lindo dia.

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  13. Uma pitada de carinho amigo Dilmar.
    Um abençoado final de semana beijos.
    Evanir.

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    1. Amiga Evanir, obrigado pela visita. Um abraço. Tenhas um lindo fim de semana.

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    2. Amiga Evanir, obrigado pela visita. Um abraço. Tenhas um lindo fim de semana.

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  14. Amigo Dilmar, sou tecnológica. Prefiro os E-mails e o celular. Muita paz!

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  15. Amiga Denise, obrigado pela visita. Um abraço. Tenhas um fim de semana abençoado.

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  16. Nossa!
    Coisa boa poesia sobre nossas recordações escritas.
    Logo somente nos falaremos dessas quase lendas.
    Levei minha neta de 3 anos aos correios
    e expliquei porque tenho caixa postal.
    Ela disse: Assi que eu aprender a escrever
    eu te mando uma carta, viu vovó?
    Pensei comigo: TOMARA....MAS SERÁ?
    Amo escrever cartas, mas pra quem?
    Linda poesia.
    Dilmar, te aguardo no meu blog
    de poesia de mais novo projeto
    de livro, passala depois?
    Bjins
    Catiaho Alc.

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