segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O RIO

Quando eu vi
o rio de perto,
que susto,
que espanto,
que assombro!
Meu Deus,
de onde vem
tanta água?
Esse líquido
vem rolando
pelo mundo
em linha reta,
faz curvas,
muda de rumo?
E ele corre sempre
na direção de onde vem o sol?
O rio é tipo gente,
que nasce, cresce
e morre?
Mas tantas indagações
ficavam sem respostas,
porque essas perguntas
eu fazia a mim mesmo!

15 comentários:

  1. Acróstico

    Olha esse fluxo corrente
    Rápido até algum destino
    Intuo o que o rio sente
    Onde vai? Nem imagino!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado pelo acróstico, meu caro amigo poeta Jair. Um abraço. Tenhas uma ótima semana.

      Eliminar
  2. Bom dia Dilmar.
    É meu amigo as vezes nós indagamos sobre os misterios da vida. Uma linda semana. Enorme abraço.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Cara, brava, guerreira amiga Mirtes, obrigado pela visita. Um abraço daqui do sul. Tenhas uma semana abençoada.

      Eliminar
  3. Respostas
    1. Margoh, obrigado pela visita. Um abraço daqui do sul. Tenhas uma linda semana.

      Eliminar
  4. Muito bom! Apanhei pânico da água do mar e do rio em pequena. Ainda hoje tenho muito respeito.

    Beijo e um dia feliz

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Cara amiga Cidália, obrigado pela visita de além-mar. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma linda semana.

      Eliminar
  5. No rio corre para o mar,
    das nuvens a água caída na terra
    quem no mundo anda a guerrear
    contra a paz semeando a guerra!

    Esses contra a humanidade,
    não há quem os detenha
    carrascos contra a liberdade
    paridos duma fera prenha?

    Quem semeia ódio,
    para colher amor
    provocam o velório
    no mundo espalham terror!

    Tenha uma boa tarde harmoniosa, caro amigo poeta Dilmar, um abraço,
    Eduardo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Meu caro amigo poeta Eduardo, obrigado pelos versos vindos de além-mar. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma ótima semana.

      Eliminar
  6. Eu me indago de tantas coisas... por isso há inúmeros livros e sites dos 'Curiosos'! Mas certas perguntas não tenho resposta até hoje, principalmente sobre as coisas naturais.
    Uma das coisas que indagava quando criança, era saber onde iria dar aquela linha do horizonte lá longe, quando eu chegava na beira do mar em Tramandaí! Ficava a olhar... Hoje eu sei, mas engraçado que o mistério continua.
    Abraços, Dilmar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Cara amiga, cronista, Tais, pois eu também ficava maluco, imaginando como furar a linha do horizonte. Obrigado pelo comentário. Um abração. Tenhas uma ótima semana.

      Eliminar
  7. Só sei que ele é lindo
    que corre livre e segue nas minhas lembranças,
    sorvendo cadinhos de água aqui e ali,
    numa linha bonita de se olhar.

    Belo teu poema Dilmar.
    Abraço

    ResponderEliminar
  8. Fernanda, obrigado pela visita. Um abraço daqui do sul. Tenhas uma linda semana.

    ResponderEliminar
  9. Tal como a corrente de um rio assim a poesia flui ora mansa ora em cascatas. Muito belo!
    Boa Semana!

    ResponderEliminar