terça-feira, 27 de setembro de 2016

SERÁ?

Por vezes fico a me perguntar
se inúmeras   ações    diárias
são  de fato   imprescindíveis
ou as executamos por hábito,
porque algumas ferramentas
estão  à  disposição da criatura.

Será que a oferta não propicia
mudança na estrutura dos neurônios
ao ponto do incauto mirar sua imagem
no  espelho do   consumidor   satisfeito;
ser pigmaleão que altera a rotina de vida,
mas parece importante aos olhos do mundo


10 comentários:

  1. Sim, mudam neurônios nossos
    E cada um se molda ao novo
    Reagimos a esses troços
    Álacre e ignaro povo.
    ?

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  2. Meu caro poeta Jair, obrigado pela visita. Pois é, esses troços estão fazendo muita gente cometer ou sofrer acidente de trânsito porque esquecem da direção do carro, ou atravessam ruas e fuçando ao mesmo tempo nos brinquedinhos.
    Um abraço. Tenhas uma boa tarde.

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  3. Será ou não será?
    Talvez, não é certo
    escondido sempre está
    tudo o que é mais belo!

    Não se pergunte,
    não adianta muito pensar
    fuja se puder no negrume
    aproveite as noites de luar!

    Tenha uma boa tarde de terça-feira, amigo Dilmar, um abraço,
    Eduardo.

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  4. Quebrar paradigmas, sair da maré, escolhas difíceis, mas necessárias!...

    Abraços =)

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  5. Como eu gosto de o ler!!


    Beijo
    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  6. Oi Dilmar,
    Tenho certeza de que andamos no "piloto automático"!
    Muita coisa poderia ser simplificada, acredito, estarmos aprendendo!
    Feliz semana!

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  7. Dilmar, acredito que estamos a vivenciar um dos períodos mais fúteis de nossas vidas! Muitas coisas são demais, irrelevantes à formação de nossos filhos e à nossa vivência. É uma necessidade enorme dos tais milhares de amigos para não dizer nada; a mídia empurra o que lhes convém; compramos o que não precisamos, mas tem de ser o top!! Fujo disso. Segundo nosso poetinha Quintana, como é linda a simplicidade...
    Abraços, amigo!

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  8. Pois é Dilmar, pergunta semelhante a essa faço muitas vezes. A reposta às vezes parece óbvia, mas não é. Lembro-me do dia em que passeava em Gramado e vi na vitrine uma loja
    um bilboquê, feito de “nó de pinho” e não tive dúvida em comprar. Isso aconteceu há uns quinze anos, e até hoje tenho o bilboquê à mão, para jogar um pouco. A oferta do produto fez-me bem.
    Um abraço.
    Pedro.

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  9. Bom questionamento, tb me pergunto o quanto somos manobrados pela mídia, que estuda como nos enganar. Muita paz!

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  10. pois é...

    tenho dias em que
    todos os amanheceres me anoitecem no olhar.


    beijo

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