quinta-feira, 14 de julho de 2016

LEMBRANDO MARCEL PROUST

Quando passo pela Rua da Praia,
nessas nossas tardes chuvosas,
pela frente do prédio onde ficava
a saudosa Livraria do Globo,
ainda sinto vontade de subir
direto ao segundo andar,
sentar-me à mesa de leitura
e saborear, sem pressa,
as páginas de Proust
com uma chícara de chá,
mastigando uma madeleine...

17 comentários:

  1. Gostei do texto!

    beijos
    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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    1. Obrigado amiga Cidália. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas um lindo fim de semana.

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  2. Bebericando uma xícara de poesia! Muito bacana!

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    1. Meninas, obrigado pela visita. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenham um lindo fim de semana.

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  3. E o aroma do chá te permitindo viajar na leitura, eta saudade boa meu amigo Dilmar.
    ps. Carinho respeito e abraço.

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    1. Meu caro amigo Jair Machado, obrigado pela visita. Um abraço Tenhas um ótimo fim de semana.

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  4. Escritor de vida muito loca
    Marcel Proust, indefinido
    Eu, aquele leitor meia boca
    Em busca do tempo perdido

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    1. Caro amigo poeta Jair, pouco sei do Proust, entretanto, por vezes, ao reler alguma página do "Em Busca..." parece-me que o autor e a obra estão amalgamados.
      Um abraço. Tenhas um ótimo fim de semana.

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  5. Oi, Dilmar!
    Sentir saudade de algo que nos proporcionou bem estar é reviver, escrever é eternizar! É assim feito sentir o gostinho da "madeleine"!
    Beijo carinhoso, feliz fim de semana (com garoa)!

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    1. Querida amiga Jossara, obrigado pelo carinho. Sabes, quando iniciei a leitura de Poust, lá na minha juventude, por ironia, lembro-me que era um dia chuvoso.
      Um abraço. Tenhas uma linda semana.

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  6. Bom dia Dimar.
    Uma boa leitura com um chá como complemento é bem relaxante. Um abençoado final de semana. Abraços.

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    1. Cara amiga Mirtes, obrigado pela visita. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma linda semana.

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  7. Dá um pouco de saudade, sim!! A Rua da Praia era tão bonita, tão charmosa. A Livraria do Globo (editora Globo)...era uma referência, uma potência. O Mario Quintana trabalhou lá, traduziu "Em Busca do Tempo Perdido", de Prost e vários outros.
    São lembranças ou conhecimentos que guardamos.
    Muito bom seu poema, Porto Alegre é demais...inclusive essa música do Fogaça, que virou hino.
    Abraços, meu amigo.

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    1. Amiga Tais, comigo também acontece;às vezes, deixo de colocar o "u". Ainda não me conformei com o fim da Livraria do Globo. Não devia ter acabado.
      Obrigado pelo comentário. Tenhas uma linda semana.

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  8. ¨Em busca do tempo perdido¨
    Belo e inteligente poema,
    Abraço

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    1. Obrigado pela visita. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma ótima semana.

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